São Vitor I, Papa, Mártir

Papa, africano. Teria morrido mártir na quinta perseguição, que foi movida nesse ano pelo Imperador Sétimo Severo, ou então pouco antes, numa sublevação de pagãos.

Foi o décimo quarto Papa da Igreja Católica Apostólica Romana, eleito em 189

Declarou que água comum, de fonte, de poço, de chuva, do mar, etc… pode, no caso de necessidade, servir para a administração do batismo.

Sob seu pontificado a questão da data pascal era discutida e ele, examinando a opinião das demais Igrejas, fixou a Páscoa para o domingo seguinte ao 13º dia do plenilúnio de março. Mais tarde,130 anos depois, o memorável Concílio de Niceia (325) deu plena razão a São Vítor, que estabelecera que o dia da Páscoa fosse celebrado em toda a Igreja no domingo a seguir à Páscoa judaica

 

São Vitot I, rogai, por nós!

Oração – São Vito, eu vos peço fortaleza no desânimo, luz na dúvida, clareza na confusão e calma nas contrariedades.

Vitor: Significa “vencedor”, “vitorioso” ou “conquistador”. O nome Vitor tem origem no latim Victor, que significa literalmente “vitorioso”.

 

 

Com Santa Afonsa da Imaculada Conceição (Ana Muttathupadathu), virgem, que, para evitar um matrimônio imposto, queimou um pé no fogo e, admitida entre as Clarissas Malabarenses, viveu quase continuamente enferma, oferecendo a Deus a sua vida. Kerala, na Índia,(† 1946).

 

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

28

1. Comemoração dos santos Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau prosélito de Antioquia, os quais pertencem ao grupo dos sete que, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, foram escolhidos pela multidão dos discípulos e sobre quem os Apóstolos impuseram as mãos para o serviço dos necessitados.

3. Comemoração de numerosos mártires, que, na Tebaida do Egipto, padeceram durante a perseguição dos imperadores Décio e Valeriano; vendo que os cristãos desejavam com ardor morrer ao fio da espada pelo nome de Cristo, os astuciosos inimigos, mais empenhados na morte das almas que dos corpos, foram prolongando os suplícios de morte lenta.(† c. 250)

4. Em Mileto, na Cária, na hodierna Turquia, Santo Acácio, mártir no tempo do imperador Licínio.(† 308/311)

5. Em Milão, na Ligúria, atualmente na Lombardia, região da Itália, os santos Nazário e Celso, mártires, cujos corpos foram encontrados por Santo Ambrósio.(† inv. 395)

6. Em Troyes, na Gália, hoje na França, São Cameliano, bispo, que foi discípulo de São Lopo e seu sucessor.(† s. VI)

7. Em Dol, na Bretanha Menor, também na atual França, São Sansão, abade e bispo, que difundiu por todo o território da Domnonée o Evangelho e a disciplina monástica que aprendera do abade Santo Iltudo, no País de Gales.(† c. 565)

8. Na Suécia, São Botvido, mártir, que, de origem sueca e batizado na Inglaterra, se dedicou à evangelização da sua pátria, até que foi assassinado por um homem que ele próprio tinha resgatado da escravidão.(† 1100)

9. Em Nishizaka, localidade de Nagasáki, no Japão, o Beato Miguel Kusuriya, mártir.(† 1633)

10. Em Nam Dinh, cidade do Tonquim, no atual Vietnam, São Melchior Garcia Sanpedro, bispo da Ordem dos Pregadores e mártir, que, por Cristo foi encerrado numa estreitíssima prisão e, por ordem do imperador Tu Duc, morreu dilacerado.(† 1858)

11. Em Madrid, na Espanha, São Pedro Poveda Castroverde, presbítero e mártir, que fundou o Instituto Teresiano para divulgação da doutrina cristã e, no início da perseguição contra a Igreja, foi morto em ódio à fé, oferecendo a Deus um insigne testemunho.(† 1936)

12. Em Purroy de la Solana, local da província de Huesca, também na Espanha, os beatos Manuel Segura López, presbítero, e David Carlos Marañón, religioso, ambos da Ordem dos Clérigos Regrantes das Escolas Pias, mártires na mesma perseguição.(† 1936)

13. Em Barcelona, também na Espanha, os beatos José Caselles Moncho e José Castell Camps, presbíteros da Sociedade Salesiana e mártires, que, na mesma perseguição contra a fé, mereceram através do martírio alcançar a glória eterna.(† 1936)

14. Em Ronda, perto de Málaga, também na Espanha, os beatos Miguel Molina de la Torre e Paulo Caballero Lopez, presbíteros, Honório Hernández Martin e João Luís Hernández Medina, religiosos, todos da Sociedade Salesiana e mártires, que foram fuzilados na mesma perseguição contra a Igreja.(† 1936)

15. Em Madrid, também na Espanha, os beatos mártires Sabino Hernández Laso, presbítero da Sociedade Salesiana, e Miguel Léibar Garay, presbítero da Companhia de Maria, que morreram como vítima por Cristo na mesma perseguição contra a fé cristã.(† 1936)

16. Na estrada Madrid-Valência, também na Espanha, os beatos Pedro Alonso Fernández, Primitivo Sandin Miñambres, Lourenço Arribas Palácio e Froilão Lanero Villadangos, presbíteros da Ordem de Santo Agostinho e mártires, que, durante a perseguição religiosa, consumaram o seu martírio, fuzilados junto ao muro do cemitério em ódio ao sacerdócio.(† 1936)

17. Em Fernancaballeros, localidade da província de Ciudad Real, na Espanha, o Beato Jesus Aníbal Gómez Gómez, candidato ao sacerdócio na Congregação dos Missionários Filhos do Coração Imaculado de Maria e mártir, que, durante a perseguição religiosa, tendo vindo da Colômbia para os estudos de teologia, foi assassinado em ódio à fé e ofereceu a Deus o sacrifício perfeito com o derramamento do seu sangue.(† 1936)

18. Em Griñon, cidade da província de Madrid, na Espanha, o Beato Mário Félix (Manuel José de Sousa), natural de Santa Marta de Bouro, localidade do distrito de Braga, em Portugal, que, depois de ter vivido vários anos no Brasil, voltou à pátria e ingressou na Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e, tendo sido destinado a esta Comunidade, foi preso e fuzilado pelos perseguidores da Igreja em ódio à fé.(† 1936)

19. Em Tarragona, também na Espanha, São Jaime Hilário (Manuel Barbal Cosan), religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs, mártir, que, durante a perseguição contra a fé cristã, foi condenado à morte em ódio à Igreja.(† 1937)

20. Em Bharananganan, cidade do estado de Kerala, na Índia, Santa Afonsa da Imaculada Conceição (Ana Muttathupadathu), virgem, que, para evitar um matrimônio imposto, queimou um pé no fogo e, admitida entre as Clarissas Malabarenses, viveu quase continuamente enferma, oferecendo a Deus a sua vida.(† 1946)