São Lázaro, Santa Maria e Santa Marta

Entre todos os Santos, Lázaro foi o único que morreu duas vezes. Sabedor da morte do amigo, Jesus se comove e chora, demonstrando a afeição e a dor que sentia. Inteiramente homem, sofre pela perda; inteiramente Deus, ressuscita o amigo para manifestar, assim, a glória do Pai.

Souberam abrir os ouvidos e os corações para escutar as divinas palavras sobre o reino dos céus, acreditando n’Ele, que venceu a morte com a ressurreição.

Em várias lendas cristãs, Lázaro, juntamente com Maria e Marta aparecem como missionários no sul da França.

Santa Marta pela sua diligência, apreende-se a não se perder em miríades de afazeres que afastam do amor; pela sua profissão de fé, aprendemos que vida em Deus faz-nos experimentar os prodígios que parecem impossíveis.

Santos Lázaro, Maria e Marta, rogai por nós!

Oração – Ajudai-me a crer com firmeza na realidade do céu e do inferno, para que eu não venha a me arrepender quando já é tarde. Amém.

Lázaro: Significa “Deus socorreu”, “Deus ajudou”. A partir do grego Eleázaros, é o mesmo que Eleazar, nome originado no hebraico Elazar, através da união dos elementos El que significa “Deus, Senhor” e ézer, que quer dizer “socorro” e significa “Deus socorreu, Deus ajudou”.

 

Com Bem-aventurado Urbano II, Papa e Confessor

 

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

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3. Em Gangra, na Paflagônia, hoje Çankiri, na Turquia, São Calínico, mártir.(† s. II-III)

4. Na Via Portuense, a três milhas de Roma, no cemitério dedicado ao seu nome, São Félix, mártir.(† s. III-IV)

5. Também em Roma, no cemitério de Generosa, os santos Simplício, Faustino, Viadora e Rufo, mártires.(† s. III-IV)

6. Em Troyes, na Gália Lionense, na hodierna França, São Lopo, bispo, que foi para a Bretanha juntamente com São Germano de Auxerre para combater a heresia pelagiana, defendeu com a oração a sua cidade do furor de Átila e, depois de exercer de modo admirável o sacerdócio durante cinquenta e dois anos, descansou em paz.(† c. 478)

7. Em Orleães, também na Gália Lionense, São Próspero, bispo.(† s. V)

8. Em Tromdheim, na Noruega, Santo Olavo, mártir, que, sendo rei deste povo, difundiu no seu reino a fé cristã que conhecera na Inglaterra, debelando com ardor a idolatria, e finalmente morreu apunhalado pelos inimigos.(† 1030)

9. Em Roma, o Beato Urbano II, papa, que defendeu a liberdade da Igreja contra as ingerências dos poderes seculares, combateu a simonia e a corrupção do clero e, no Concílio de Clermont, exortou os soldados cristãos a libertar, com o sinal da cruz, os irmãos oprimidos pelos infiéis e o sepulcro do Senhor.(† 1099)

10. Em Saint-Brieuc, cidade da Bretanha Menor, região da atual França, São Guilherme Pinchon, bispo, que se dedicou à construção da igreja catedral, resplandeceu pela sua bondade e simplicidade e, por defender intrepidamente o seu rebanho e os direitos da Igreja, suportou duros vexames e o exílio.(† 1234)

11. Em Omura, no Japão, os beatos mártires Luís Bertran, presbítero da Ordem dos Pregadores, Mâncio da Santa Cruz e Pedro de Santa Maria, religiosos da mesma Ordem, que foram queimados vivos por Cristo.(† 1627)

12. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, o Beato Carlos Nicolau António Ancel, presbítero da Congregação de Jesus e Maria e mártir, que, durante a Revolução Francesa, encerrado na sórdida galera em ódio ao sacerdócio, consumou o martírio, morrendo contagiado por uma grave enfermidade.(† 1794)

13. Em Qingyan, cidade do Guizhou, província da China, os santos mártires José Zhang Wenlan, Paulo Chen Changpin, alunos do seminário, João Batista Lou Tingyin, administrador do seminário, e Marta Wang Louzhi, viúva, que, pela sua fé em Cristo, foram encerrados numa cavidade quente e úmida, sofreram atrozes tormentos e finalmente morreram decapitados.(† 1861)

14. Em La Musse, na Bretanha, região da França, São Luís Martin, pai de Santa Teresa do Menino Jesus.(† 1894)

15. Em Esplugues, cidade próxima de Barcelona, na Espanha, o Beato João Baptista Egozcuezábal Aldaz, da Ordem de São João de Deus e mártir, que, durante a perseguição contra a fé, foi morto em ódio à Igreja.(† 1936)

16. Em Calanda, próximo de Teruel, também na Espanha, os beatos Lúcio Martínez Mancebo, presbítero da Ordem dos Pregadores, e companheiros[1], mártires, que, animados pela fortaleza de Cristo, deram a vida na mesma perseguição.

[1] São estes os seus nomes: Antônio López Couceiro, Felicíssimo Díez González, Satúrio Rey Robles, Tirso Manrique Melero, presbíteros; Gumersindo Soto Barros e Lamberto de Navacués y de Juan, religiosos, da Ordem dos Pregadores; e Manuel Albert Ginés, presbítero.(† 1936)

17. Em Valência, também na Espanha, o Beato José de Calasanz Marqués, presbítero da Sociedade Salesiana e mártir, que na mesma perseguição derramou o sangue por Cristo.(† 1936)

18. Em Clot dels Aubins, perto de Lérida, também na Espanha, os beatos Ângelo Maria Prat Hostench, presbítero da Ordem dos Carmelitas Descalços e companheiros,[2] mártires, que, durante a mesma perseguição, confirmaram com o seu sangue a plena fidelidade a Cristo.

[2] São estes os seus nomes. Eliseu Maria (Eliseu Maneus Besalduch), Anastásio Maria (Pedro Dorca Coromina), Eduardo Maria (Manuel Serrano Buj), presbíteros; André Corsino Maria (José Solé Rovira), Eliseu Maria (Luís Fontdecava Quiroga), João Maria (João Maria Puigmitjá Rubió), José Maria (Gabriel Escoto Ruiz), Miguel Maria (Miguel Soler Sala), Pedro Maria (Pedro Ferrer Marin), Pedro Tomás Maria (João Prat Colldecarrera), Elias Maria (Genésio Garre Egea), religiosos, todos da Ordem dos Carmelitas Descalços.(† 1936)