Santa Maria, Mãe de Deus

Foi a primeira festa mariana que apareceu na Igreja ocidental.

Já no tempo das Catacumbas

A antiguidade da celebração Mariana constata-se nas pinturas com o nome de Maria, “Mãe de Deus” (Theotókos) que foram encontradas nas Catacumbas que estão cavadas debaixo da cidade de Roma, onde se reuniam os primeiros cristãos para celebrar a Missa em tempos das perseguições.

Deus se fez carne por meio de Maria

Ela assumiu para si a missão confiada por Deus. Sabendo, por conhecer as profecias, que teria também seu próprio calvário, enquanto mãe daquele que seria sacrificado em nome da salvação da Humanidade. Deus se fez carne por meio de Maria.

Ponto de união entre o céu e a Terra

Ela é o ponto de união entre o céu e a Terra. Contribuiu para a obtenção da plenitude dos tempos. Sem Maria, o Evangelho seria apenas ideologia, somente “racionalismo espiritualista”, como registram alguns autores.

Pelo fruto se conhece a árvore

O próprio Jesus através do apóstolo São Lucas (6,43) nos esclarece: “Uma árvore boa não dá frutos maus, uma árvore má não dá bom fruto”. Portanto, pelo fruto se conhece a árvore.

Santa Isabel, quando recebeu a visita de Maria já coberta pelo Espírito Santo, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.” (Lc 1,42).

Ou se aceita Jesus e Maria ou se rejeita a ambos

O Fruto do ventre de Maria é o Filho de Deus Altíssimo, Jesus Cristo, nosso Deus e Senhor. Quem aceita Jesus, fruto de Maria, aceita a árvore que é Maria. Maria é de Jesus e Jesus é de Maria. Ou se aceita Jesus e Maria ou se rejeita a ambos.

Santa Mãe de Deus, intercedei por nós!

Oração – “À vossa proteção recorremos Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e Bendita!”. Amém.

 

Com Santo Odilon, abade de Cluny, que foi sempre rigoroso para consigo mas benigno e misericordioso para com os outros. Foi o primeiro a ordenar que se celebrasse nos seus mosteiros a comemoração de Todos os Fiéis Defuntos no dia seguinte à Solenidade de Todos os Santos.

 

Martirológio Romano Secretariado Nacional de Liturgia PT

Jan 01

2. Em Cesareia da Capadócia, Turquia, o sepultamento de São Basílio, bispo, cuja memória se celebra amanhã. († c. 379)

3. Na Campânia e nos Abruzos, Itália, a comemoração de São Justino, que é celebrado como bispo eminente pelo seu zelo e pela defesa dos cristãos. (c. s. IV)

4. Em Roma, Santo Almáquio, que, opondo-se às lutas dos gladiadores, por ordem de Alípio, prefeito da Cidade, foi morto pelos próprios gladiadores e contado entre os mártires vencedores. († 391)

5. No monte Jura, França, a comemoração de Santo Eugendo, abade do mosteiro de Condat, que desde a adolescência viveu no mosteiro, onde promoveu com grande vigor a vida comum dos monges. († 516)

6. Em Ruspas, Tunísia, São Fulgêncio, bispo, que, depois de ter sido procurador deste território, abraçou a vida monástica e foi eleito bispo. No tempo da perseguição dos Vândalos, por causa do seu zelo pela fé católica e eminente doutrina, sofreu muito da parte dos arianos e duas vezes foi desterrado pelo rei Trasimundo para a Sardenha. Tendo regressado à sua Igreja, dedicou o resto da sua vida a fortalecer os seus fiéis com a palavra da graça e da verdade. († 533)

7. Em Vienne, França, São Claro, abade do mosteiro de São Marcelo, que deu aos monges exemplo insigne da perfeição religiosa. († 660/670)

8. Em Troyes, França, São Frodoberto, fundador e primeiro abade do mosteiro de Moutier-la-Celle. († c. 667)

9. No mosteiro de Fécamp, França, o passamento de São Guilherme, abade de São Benigno de Dijon, que nos últimos tempos da sua vida orientou com firmeza e prudência muitos monges, distribuídos em quarenta mosteiros. († 1031)

10. Próximo de Sauvigny, França, Santo Odilo, abade de Cluny, que foi sempre rigoroso para consigo mas benigno e misericordioso para com os outros, pacificou em nome de Deus os povos beligerantes e, em tempo de fome, socorreu com todos os meios os necessitados. Foi o primeiro a ordenar que se celebrasse nos seus mosteiros a comemoração de Todos os Fiéis Defuntos no dia seguinte à Solenidade de Todos os Santos. († 1049)

11. Em Jabloné, Chéquia, Santa Zedislava, mãe de família, que prestou grande conforto aos aflitos. († 1252)

12. Em Gualdo Cattáneo, Itália, o Beato Hugolino, que viveu como eremita. († s. XIV)

13. Em Roma, São José Maria Tomási, presbítero da Ordem dos Clérigos Regrantes Teatinos e cardeal, que, desejando ardentemente a renovação do culto divino, dedicou quase toda a sua vida à investigação e publicação dos antigos textos e documentos da sagrada Liturgia, assim como à catequese das crianças. († 1713)

14. Em Avrillé, França, os irmãos beatos João e Renato Lego, presbíteros e mártires, que, durante a Revolução Francesa, por se terem recusado a prestar o infame juramento imposto ao clero, foram decapitados na guilhotina. († 1794)

15. Em Roma, São Vicente Maria Strámbi, bispo de Macerata e de Tolentino, da Congregação da Paixão, que governou fielmente as dioceses que lhe foram confiadas e, por perseverar na sua fidelidade ao Romano Pontífice, sofreu o exílio. († 1824)

16. Em Hasselt, Bélgica, o Beato Valentim Paquay, presbítero da Ordem dos Frades Menores, que, na pregação, no ministério da reconciliação e na devoção ao rosário mariano, deu exemplo admirável de caridade cristã, alcançando, em seu espírito de humildade, a mais sublime santidade. († 1905)

17. Em L’viv, na Ucrânia, São Segismundo Gorazdowski, presbítero, natural da Polónia, que, animado pelo seu grande amor ao próximo, foi precursor das obras para a defesa da vida, fundou o Instituto das Irmãs de São José e se dedicou de todos os modos possíveis ao cuidado dos pobres e dos abandonados. († 1920)

18. Em Santander, Espanha, o Beato André Gómez Sáez, presbítero da Sociedade Salesiana e mártir, que, durante a perseguição contra a fé, derramou o seu sangue por Cristo. († 1937)

19. Em Mirna, Eslovénia, Beato Luís Grozde, membro da Ação Católica e mártir, que foi assassinado em ódio à fé sob o regime comunista. († 1943)

20. No campo de concentração de Dachau, nas proximidades de Munique, cidade da Baviera, na Alemanha, o Beato Mariano Konopinski, presbítero e mártir, natural da Polónia, que, depois de suportar cruéis atrocidades dos médicos, morreu por Cristo Senhor. († 1943)