Santa Faustina, religiosa, virgem

Encontra-se entre os Santos que fizeram da misericórdia de Deus a sua missão de vida.

Humilde freira polonesa, que viveu entre as duas Guerras Mundiais a quem Jesus confiou a mensagem da Divina Misericórdia e a tarefa de difundi-la.

Nasceu em Lodz no ano de 1905, terceira de dez filhos, deixou a escola, depois de três anos, para trabalhar como doméstica na casa de algumas famílias ricas, a fim de manter a si e à sua família.

Entrou para a vida religiosa em 1924 na congregação das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia. Recebeu abundantes  graças do Senhor, entre as quais os estigmas, sinais visíveis mais evidentes; recebeu, outrossim, numerosas revelações e visões

Um dos seus confessores, Padre Sopocko, exigiu de Santa Faustina que escrevesse as suas vivências num diário espiritual. Desta forma, não por vontade própria, mas por exigência de seu confessor, ela deixou a descrição das suas vivências místicas, que ocupa algumas centenas de páginas.

Conhecida como “apóstola da Divina Misericórdia”, é considerada pelos teólogos como fazendo parte de um grupo de notáveis místicos da Igreja Católica.

Foi canonizada a 30 de Abril de 2000, por João Paulo II que igualmente instituiu a Festa da Divina Misericórdia.

Faleceu em  Cracóvia, 5 de Outubro de 1935, consumida pela tuberculose como Santa Teresinha de Jesus.

“Pinte uma imagem do que você está vendo e escreva em baixo ‘Jesus, eu confio em vós’.” Quero que esta imagem seja venerada, antes de tudo, na capela de vocês e, depois, no mundo inteiro. Prometo que a alma que venerar esta imagem, jamais perecerá… porque eu mesmo a protegerei com a minha glória” (D. 47-48).

Sobre a oração – “Devemos rezar, muitas vezes, ao Espírito Santo pedindo a graça da prudência. A prudência compõe-se de: ponderação, consideração inteligente e propósito firme. Sempre a decisão final pertence a nós” (Diário, 1106).

Santa Faustina, rogai por nós!

 

Com s Benedito o negro, No Brasil, foi muito difundida sua devoção, geralmente associada à de Nossa Senhora do Rosário, à de Elesbão, Imperador negro da Etiópia, e à de Efigênia, princesa também negra e igualmente etíope.

 

 

 

São Plácido com São Mauro, monge, que desde a adolescência foi discípulo caríssimo de São Bento.