Santa Adelaide, Imperatriz

Santo Odilon, abade de Cluny, a conheceu pessoalmente. Ficou órfã aos 6 anos e viúva aos 19 anos, do Rei Lotário.

Encarcerada pelo sucessor, aproveitou a primeira ocasião que lhe oferecia, devido à valiosa cooperação do seu Capelão, para fugir da prisão. Viajou para a Alemanha para pedir o apoio do imperador Oto, que, além de devolver-lhe a Corte, casou-se com ela. Assim, tornou-se a Imperatriz Adelaide, caridosa, piedosa e amada pelos súditos.

O imperador morreu e seu filho Oto II, se casou com uma princesa grega, Teofânia, que não gostava da influência da sogra sobre o marido e conseguiu fazê-lo brigar com a mãe por causa dos gastos com suas obras de caridade e as doações que fazia aos conventos e igrejas.

Escorraçada novamente, procurou abrigo junto ao Papa, passou um período na França, na Corte de seu irmão, rei da Borgonha. Nessa época, foi seu diretor espiritual o abade Odilon, de Cluny, que também orientava Oto II, o qual, arrependido, se reconciliou com ela e a paz voltou ao reino. Entretanto o Imperador morreria logo depois seguida pela morte de sua esposa.

Adelaide se tornou, então, a Imperatriz regente da Alemanha, por direito e de fato. Administrou com justiça, solidariedade e piedade. Trouxe para a Corte as duas filhas de sua maior inimiga e as educou com carinho e proteção.

O seu reinado foi de obrigações políticas e religiosas muito equilibradas, distribuindo felicidade e prosperidade para o povo e paz para toda a nação.

Faleceu no Convento beneditino de Selz, na Alsácia, que ela fundara, em Strasburgo, com oitenta e seis anos de idade, no dia 16 de dezembro de 999.

Santa Adelaide, rogai, por nós!

Oração – Abençoai a todos que honram e invocam o seu nome, bondosa serva de Jesus Cristo, rogai por nós e por todos os governantes para que sirvam a Jesus Cristo, nosso Pai e Redentor. .

 

 

Com Santo Ageu, profeta, que, no tempo de Zorobabel, governador de Judá, exortou o povo para reedificar a casa do Senhor, à qual afluiria o tesouro de todas as nações.