Nossa Senhora das Mercês.

Em 621, os visigodos tornaram-se senhores de toda a Espanha.

Em 711, vieram os árabes que os repeliram para as montanhas das Astúrias e conquistaram quase toda a Península. Foram precisos seis séculos para os expulsar.

Durante este período foram levados para África grande número de cristãos. Os que abraçavam o islamismo eram tratados como homens livres; os outros eram vendidos como escravos.

Para os libertar era necessário pagar o resgate. Como nem todas as famílias tinham posses para libertar seus familiares, S. Pedro Nolasco fundou, em 1218, a Ordem das Mercês ou da Redenção dos Cativos.

A própria Virgem, numa aparição, incitou a isso. Pedro contou a sua visão a S. Raimundo de Penhaforte e ao rei Jaime I, de Aragão. Os três conseguiram pôr em prática o projeto.

Graças ao seu heroísmo e à generosidade dos cristãos, a obra foi fecunda em resultados e só terminou com o desaparecimento da pirataria.

Dizia o Breviário Romano que “foi com o fim de agradecer a Deus e à Santíssima Virgem os benefício de tal Instituição que se estabeleceu a festa de Nossa Senhora das Mercês”.

O nome feminino, Mercedes, vem deste título especial da Virgem Maria.

 

Nossa Senhora das Mercês, intercedei por nós!

Oração – Ajudai-nos com a Tua misericórdia para que possamos recuperar a feliz liberdade dos filhos de Deus. Amém.

 

Com São Geraldo Sagredo, Bispo, preceptor de Santo Américo, Príncipe adolescente, filho do Rei Santo Estêvão.

 

1. Em Milão, na Transpadana, hoje na Lombardia, região da Itália, Santo Anatólio, que é considerado o primeiro bispo desta cidade, († s. II)

2. Em Sedelaucum, hoje Seaulieu, no território de Autun, na França, os santos Andóquio, Tirso e Félix, mártires, († data inc.)

3. Em Arvena, na Aquitânia, hoje Clermont-Ferrand, França, São Rústico, bispo, († s. V)

4. Em Lião, na Gália, hoje também na França, São Lopo, bispo, († d. 528)

5. Em Marselha, na Provença, também na França, Santo Isarno, abade, († 1043)

6. Na Panônia, em território da atual Hungria, São Gerardo Sagredo, bispo e mártir, preceptor de Santo Emerico, príncipe adolescente, filho do rei Santo Estêvão, apedrejado junto ao rio Danúbio numa sedição de húngaros pagãos, († 1046)

7. Em Gerona, na Catalunha, região da Espanha, o Beato Dalmácio Moner, presbítero, († 1341)

8. Em York, na Inglaterra, os beatos mártires Guilherme Spenser, presbítero, e Roberto Hardesty, condenados à pena capital e enforcados no reinado de Isabel I, o primeiro por ser sacerdote, o segundo por lhe ter dado hospitalidade, († 1589)

9. Em Nagasáki, no Japão, Santo António González, presbítero, mártir, († 1637)

10. Em San Severino, nas Marcas, região da Itália, São Pacífico, presbítero, († 1721)

11. Em Maribor, na Eslovénia, o Beato António Martinho Slomsek, bispo, († 1862)

12. Em Roma, a Beata Colomba Gabriel (Joana Matilde Gabriel), abadessa, na Ucrânia, fundadora, († 1926)

13. Em Ablat de la Ribera, província de Valência, na Espanha, o Beato José Raimundo Pascoal Ferrer Botella, presbítero e mártir, († 1936)

14. Em Rotglà y Corbera, também na província de Valência, o Beato José Maria Ferrándiz Hernández, presbítero e mártir, († 1936)

15. Em Olleria, na mesma província de Valência, a Beata Encarnação Gil Valls, virgem e mártir, que, levando a lâmpada acesa, († 1936)

16. Em Alcira, também na província de Valência, o Beato José Raimundo Ferragut Girbés, mártir, pai de família, († 1936)

17. Em Barcelona, também na Espanha, o Beato Afonso do Sagrado Coração de Maria (Afonso Arimány Ferrer), presbítero e mártir, († 1936)

18. Em Málaga, também na Espanha, os beatos Manuel Gómez Contioso, presbítero, e companheiros mártires, († 1936)

19. Em Cuenca, também na Espanha, os beatos Melchior do Espírito Santo (Melchior Rodríguez Villastrigo), presbítero e companheiros mártires, que consumou egregiamente o seu combate por Cristo, († 1936)