Dedicação da Basílica do Santíssimo Salvador ou de São João de Latrão

Segundo uma tradição que remonta ao século XII, celebra se neste dia o aniversário da dedicação da Basílica de Latrão, construída pelo imperador Constantino.

Inicialmente foi uma festa exclusivamente da cidade de Roma; mais tarde, estendeu se à Igreja de rito romano, com o fim de honrar a Basílica que é chamada «a igreja mãe de todas as igrejas da Urbe e do Orbe» e como sinal de amor e unidade para com a Cátedra de Pedro que, como escreveu Santo Inácio de Antioquia, «preside à assembleia universal da caridade».

Hoje a Igreja celebra a festa da igreja-mãe de todas as igrejas de Roma e do mundo: a dedicação da Basílica do Santíssimo Salvador ou de São João de Latrão.

Esta Basílica foi construída por Constantino na colina de Latrão ou Lateranense, quando era Papa Melquíades (311-314).

Ao contrário do que muitos pensam, é esta Basílica e não a Basílica de São Pedro, no Vaticano, o templo mais antigo. Aqui foram celebrados cinco Concílios ecumênicos. Nela se guardam relíquias.

A festa de hoje tem um caráter importante, que é celebrar a unidade e o respeito para com a Sé Romana.

 

 

Com Santo Ursino, Bispo, São Gregório de Tours  escreveu: Teria assistido ao Lavapés, à Paixão, não deixando os Apóstolos durante os quarenta dias que seguiram a Ressurreição. Assistiu à Ascensão e ao Pentecostes. Depois acompanhou Santo Estevão até os eu martírio, recolhendo-lhe os restos. Enterrou-os, e foi expor todos os sucessos a São Pedro. Tendo ficado ao lado do Príncipe dos Apóstolos, acompanhou-os, mais tarde, a Roma. Ali, assistiu a sua crucifixão.

 

Martirológio Romano

Secretariado Nacional de Liturgia

Nov 09

Festa da Dedicação da Basílica de Latrão em honra de Cristo Salvador, construída pelo imperador Constantino como sede dos bispos de Roma, cuja celebração anual em toda a Igreja Latina é um sinal de amor e unidade com o Romano Pontífice. († s. IV)

2. Em Bourges, França, Santo Ursino, bispo, transformou em igreja a casa do senador Leocádio, senador das Gálias, († s. III)

3. Em Nápoles, Itália, Santo Agripino, bispo, († s. III)

4. Em Verdun, França, São Vito, bispo. († c. 530)

5. Em Constantinopla, Turquia, as santas Eustólia e Sópatra, virgens e monjas. († s. VI)

6. Em Lodève, França, São Jorge, bispo. († c. 870)

7. Em Signa, Itália, a Beata Joana, virgem, († 1307)

8. Em Ancona, Itália, o Beato Gabriel Ferrétti, presbítero († 1456)

9. Em Bolonha, Itália, o Beato Luís Morbióli, deixando o caminho dos vícios e converteu-se ao Senhor, recuperou os seus concidadãos para a vida de piedade. († 1485)

10. Em Murano, Itália, o Beato Graça de Cátaro, religioso († 1508)

11. Em Oxford, na Inglaterra, o Beato Jorge Napper, presbítero e mártir, († 1610)

12. Em Antequera, Espanha, a Beata Maria do Carmo do Menino Jesus (Maria do Carmo González Ramos Garcia-Prieto de Muñoz), viúva e fundadora († 1899)

13. Em Dijon, na França, Santa Isabel da Santíssima Trindade Catez, virgem, desde tenra idade procurou o conhecimento e a contemplação da Santíssima Trindade († 1906)

14. Em Paracuellos del Jarama, Espanha, o Beato Francisco José Martin López de Arroyave, religioso e mártir, († 1936)

15. Em Borysow, Polônia, o Beato Henrique Hlebowicz, presbítero e mártir, fuzilado († 1941)

16. Em Roma, o Beato Luís Beltrame Quattróchi, pai de família, († 1951)