Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria

A morte da Virgem Maria chama-se dormição, porque foi sonho de amor. Não foi triste nem doloroso; foi o cumprimento dum desejo.

É probabilíssimo e hoje bastante comum a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos apóstolos.

A tradição antiga localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu filho celebrara os mistérios da Eucaristia e onde, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os apóstolos.

São João Damasceno, que passou uma grande parte da vida em Jerusalém, acrescenta uma circunstância. Na primeira estrofe de seu segundo hino, sobre o príncipe dos apóstolos, fala da viagem repentina de São Pedro, de Roma à montanha de Sião para assistir aos funerais da Santa Virgem, que ele chama de nuvem viva de Deus. Lemos igualmente nas vidas de São Dionísio Areopagita, uma das quais escrita por Miguel Sincelle, padre de Jerusalém: Dionísio mereceu estar presente com os apóstolos, à morte e aos funerais de Santa Maria, mãe de Deus, cujo corpo foi transportado pelas mãos dos apóstolos da montanha de Sião, ao sepulcro no jardim das Getsêmani, de onde foi recebido no céu

Hoje, sobre a parte da área que a Basílica de Constantinopla ocupou, levanta-se a “igreja da Dormição”, magnífica rotunda de estilo gótico, consagrada em 1910, cujas pontiagudas torres se descobrem de todos os ângulos de Jerusalém.

É lugar preferido por fiéis de todas as confissões cristãs para o seu último descanso na terra

Por meio da Constituição Apostólica “Munificentissimus Deus”, definiu Pio XII esta doutrina como dogma de fé. Dada em Roma, junto de S. Pedro, no ano do grande Jubileu, mil novecentos e cinquenta, no dia primeiro de Novembro, festa de todos os Santos.

Nossa Senhora da Assunção, rogai por nos!

 

Com Santo Estanislau Kostka – “Eu nasci para as coisas eternas e não para as coisas do mundo”

Santo Estêvão, rei da Hungria;

São Tarcísio, mártir, que, ao defender a Santíssima Eucaristia.