
30 Dias com Maria
Agonizante, rezava o terço... e esperava
Na batalha de Guise, em 1914 (durante a Primeira Guerra Mundial), um capelão militar francês encontrava-se numa ambulância que foi aprisionada pelos alemães. O oficial que comandara a ação lhe mostrou, no campo próximo, um soldado francês ferido e abandonado, a cabeça negra de sangue coagulado, o rosto disforme e estranhamente machucado. O padre foi ajoelhar-se ao lado dele:
— Meu filho, sou eu o capelão do 115º Batalhão.
— Ah! É o senhor? Passei a noite toda nesta aflição, debaixo de chuva, e fiquei rezando o Terço e pedindo que o senhor viesse até aqui!
Pouco depois de receber os últimos sacramentos, o ferido morreu, dizendo:
— Sou feliz, sou feliz...
Nossa Senhora havia arranjado um meio de atender ao pedido daquele filho tão amante do Terço, ainda que fazendo um padre cair prisioneiro...